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Djonga cancela show por produção envolvida em estupro

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Estava agendado para dia 05 de abril, em Vitória no Espírito Santo, a realização de um show do rapper Djonga na festa “Jean Convida – É o Rap é o Funk“.

Após o anúncio da realização do evento, vários fãs começaram a publicar nas redes sociais sobre o envolvimento de parte da produção em um caso de estupro.

Ao ver a repercussão Djonga pediu mais informações sobre assunto, afinal é complicado para quem é de outro estado saber o que ocorre na cena local.

Fazendo jus ao que canta, o rapper após os esclarecimentos anunciou o cancelamento do show alegando respeito aos seus princípios e a todos que sofrem e sofreram com esse tipo de violência.

Entenda o caso que envolve a, equipe do Dj Jean du PCB que levaria Djonga à cidade de Vitória

Segundo informa o jornal Gazeta Online, três integrantes de uma banda de funk foram presos no dia 22/07/2018 acusados de estupro de vulnerável, pois a vítima, uma jovem de 21 anos , estava alcoolizada e não tinha como consentir o ato. Segundo a Polícia Civil local, crime em um hotel do Centro de Linhares, após os suspeitos e a vítima participarem de um baile funk. A jovem estava em um quarto com Gabriel Rodrigo Celestino, de 24 anos, com quem se relacionava há algum tempo, quando outros cinco suspeitos entraram no quarto e dois a estupraram, disse a vítima em depoimento à polícia.

Além de Celestino, que é empresário do DJ que se apresentou em uma boate no bairro Três Barras, ainda foram presos Victor Hugo Cândido Alves e Richerd Lobão dos Santos, que também faziam parte da equipe do artista. O delegado plantonista Eudson Ferreira Bento, que atuou na 16ª Delegacia Regional de Linhares, afirmou que Lobão e Alves praticaram o estupro, e Celestino foi quem instigou os suspeitos a abusar sexualmente da jovem.

“A vítima informou que estava no quarto do hotel, com o namorado, quando mais cinco indivíduos entraram e dois deles, com o consentimento do rapaz, praticaram o ato sexual com ela. Os dois e o namorado da jovem foram autuados por estupro de vulnerável, já que a vítima estava sob efeito de álcool”, diz nota divulgada pela polícia.
Por ter consumido bebidas alcoólicas, ela não tinha discernimento para a prática do ato, de acordo com a lei. “Artigo 217-A (§ 1o Incorre na mesma pena quem pratica as ações descritas no caput com alguém que, por enfermidade ou deficiência mental, não tem o necessário discernimento para a prática do ato, ou que, por qualquer outra causa, não pode oferecer resistência)”, ressalta a nota.

Outros três envolvidos, sendo um deles o DJ e dois jovens que fazem parte da equipe dele, foram liberados após serem ouvidos pelo delegado.

O exame de corpo de delito realizado no Serviço Médico Legal (SML) de Linhares confirmou o estupro. Foram encontradas lesões no corpo da vítima. Além disso, a Polícia Militar encontrou um lençol com sangue que seria da jovem no quarto de Celestino. Ele, Alves e Lobão foram encaminhados para um presídio do Complexo de Xuri, em Vila Velha, onde ficam os presos acusados de crimes sexuais.

Fonte: Jornal do Rap

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